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Hong Kong: quase outro país dentro da própria China!

Já teve a sensação de estar em um lugar e ser outro? Se você conhece Londres, quando for para Hong Kong, saberá do que estou falando.Ex colônia britânica, jóia da coroa Inglesa, Hong Kong desde sempre atraiu visitantes de todo o planeta. Um dos portos mais movimentados do mundo, voltou às mãos dos chineses em 1997. Carros com a direção do outro lado, restaurantes fantásticos, moderna, cosmopolita.Ocidente no Oriente.Eu adoro!E você?

Em 24 minutos, estou no centro de Hong Kong. O trem expresso, que liga o aeroporto ao distrito financeiro é limpo, rápido e barato. A cerca de 135 quilômetros por hora, o visual pela janela passa rápido. O sol lá fora dá as boas vindas. Termômetros marcam agradabilíssimos 22 graus. No inverno! Para quem chega de Xangai, emergindo de gelados sete graus centígrados, como eu, um alívio. Penso no nordeste brasileiro durante o inverno. Fico feliz. Acho que prefiro a temperatura de Hong Kong mesmo...


Trem bala liga aeroporto ao centro em 24 minutos | Crédito: Paulo Panayotis


Moderno, silencioso e barato | Crédito: Paulo Panayotis

Distrito Administrativo mais que especial...
Gosto muito deste “Distrito administrativo especial” chinês, que visitei há alguns anos. Digamos que é um pedaço do ocidente em pleno oriente. Foi colônia britânica durante muitos, muitos anos. Isso fez e faz toda a diferença. Ao menos para mim. Mesmo chegando de outra região da China, o turista – inclusive o chinês – tem que apresentar passaporte. Ao contrário dos demais lugares da China, brasileiros não precisam de visto para entrar em Hong Kong e Macau. Na prática é quase outro país. Isso fica mais claro ainda quando chego ao meu hotel.


Double decks circulam por toda a parte... Herança britânica | Crédito: Paulo Panayotis


Trolleys elétricos... Charme britânico da década de 60 ainda resiste em Hong Kong | Crédito: Paulo Panayotis

E não é qualquer hotel.
É o Mandarin Oriental de Hong Kong: o primeiro da rede. Com mais de 50 anos este ícone parece recém inaugurado.  A primeira impressão é uma combinação de luxo contemporâneo com traços marcantes da cultura do extremo oriente.
O check in está cheio. É final de ano e, além dos hóspedes, turistas e moradores escolhem este lugar para jantar, festejar, tomar um chá ou um drinque. Faz parte da história recente de Hong Kong. Na chegada à minha suíte de frente para a bela Baía Victoria, um binóculo “pisca para mim”. Com ele consigo desvendar pequenos detalhes em grandes iates que passam silenciosamente neste pedaço de mar.


Vista da Baia Victoria a partir da suíte do #MOHK | Crédito: Paulo Panayotis


Uma cama bem gostosa é tudo que se espera após muitas horas de voo | Crédito: Paulo Panayotis


Chá de boas vindas... Simpatia oriental que agrada o ocidental | Crédito: Paulo Panayotis


Luxo, tecnologia e sofisticação | Crédito: Paulo Panayotis


Grife até nas amenities dos banheiros | Crédito: Paulo Panayotis

Dança do neon = bons negócios
Durante o dia, o movimento revela a modernidade desta charmosa metrópole.À noite, as luzes na baía literalmente enfeitiçam. Os prédios, que de dia mostram a força desta pujante cidade, à noite ganham vida. E cor. Aliás, cores. Aliás, milhares de luzes coloridas. Rostos de modelos chinesas projetados por milhões de leds me lembram o filme Blade Runner. E vendem, vendem, vendem!


Baia Victoria vista do Pico Victoria, o ponto mais emblemático da cidade | Crédito: Paulo Panayotis


Barco típico singra a Baia Victoria ao anoitecer | Crédito: Paulo Panayotis

#MOfan
Mas se fora há muita tecnologia, dentro do quarto há mais ainda. Tudo é controlado por um pequeno painel portátil. Luzes, música, persianas, room service... tudo na palma de minha mão! Excelência em conforto, modernidade e atendimento são marcas desta rede hoteleira da qual virei fã ou melhor #MOfan. Se hospedar na rede Mandarim Oriental é mais do que dormir em um hotel.É uma experiência, tamanha a quantidade e qualidade dos detalhes. Do café da manhã, onde os funcionários chamam os hóspedes pelo nome, ao spa, à piscina com música debaixo da água, tudo é surpreendentemente impecável. Sem ostentação explícita, ele é discreto, elegante, marcante.


Tecnologia na palma da mão literalmente. O controle de tudo na suíte é portátil | Crédito: Paulo Panayotis


Detalhes, detalhes e detalhes | Crédito: Paulo Panayotis


À procura dos ovos beneditinos perfeitos | Crédito: Paulo Panayotis

Faturando prêmios ano após ano...
E o melhor... No #MOhk, tudo está a um passo. Templos, shoppings, lojas, bares, restaurantes. Mas sugiro experimentar a gastronomia no hotel. Na dúvida é só escolher entre o restaurante Pierre, duas estrelas Michelin; o Mandarim Gril e Bar, uma estrela Michelin; o Man Wah especializado em comida cantonesa, o Café Causette e o Clipper Lounge. Quer bebericar? Bons bares estão nos arredores. Mas se quiser tomar algo em grande estilo, vá ao Krug room, dentro do hotel mesmo. Ou tente o M Bar, o The Chinnery ou o sempre lotado Captains Bar.

Não acredita que é tudo isso? O #MOhk é premiadíssimo ano após ano pelo conjunto da obra... 


Simpatia e bom humor no Café Causette | Crédito: Paulo Panayotis


No café da manhã | Crédito: Paulo Panayotis

E Hong Kong? 
Há muito para ver e fazer. Pode começar com um por do sol na promenade ao longo da Baía Victoria, museus, passeios de barco e, claro, o emblemático Pico Victoria, de onde você vê tudo do alto, com olhos de pássaro. E depois de curtir a cidade, descanse lembrando da luzes, dos aromas, das cores desta cidade única... Incrível como Hong Kong me lembra a capital britânica com seus double decks (ônibus vermelhos de dois andares), seus trolleys elétricos e seus modos ingleses. Quase Londres na China! 


Skyline da Baia Victoria durante a noite... Vendas que nunca param | Crédito: Paulo Panayotis


Charmosos, bondinhos ou trolley | Crédito: Paulo Panayotis

Pode?
Em Hong Kong tudo pode... Inclusive dar de cara com lagostas e peixes vivos, moluscos dos mais estranhos entre lojas  de marcas famosas e patos pendurados em vitrines no transado bairro de Wan Chai. Ou ainda encontrar lojas com jeito ocidental, produtos orientais e um charme exclusivo, único ao lado de pequenos templos budiastas com milhares de anos. Mais dicas? Então vai lá no www.oquevipelomundo.com.br . Em breve tudo sobre Xangai, Hong Kong e Macau...


Moluscos e curstáceos mais que frescos por toda a parte | Crédito: Paulo Panayotis


Daqui a pouco estarão grelhados, fritos ou assados | Crédito: Paulo Panayotis


Charme ocidental com atendimento oriental... Perfeito | Crédito: Paulo Panayotis


Templo budista no centro de HK... Instante de paz | Crédito: Paulo Panayotis


Detalhe de templo budista... Meio a agitacao de Hong Kong | Crédito: Paulo Panayotis


Pela segunda vez no Victoria... Pico Victoria... Feliz! | Crédito: Paulo Panayotis

O jornalista viajou a convite do Mandarin  Oriental Hong Kong com assistência viagem Travel Ace. Ganhou uma diária e, gostou tanto, que ficou mais tempo por conta própria. No Brasil, a rede é representada pela X-Mart Consultoria & Marketing.

Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.

perfil do autor

Paulo Panayotis

É jornalista profissional e fundador do portal de vídeos e dicas sobre turismo e viagem "O Que Vi Pelo Mundo". Autor de grandes reportagens nas principais emissoras de televisão: Globo, Bandeirantes, Record, SBT, além de correspondente internacional em Estocolmo, Suécia, e Londres, Inglaterra. Tem passaporte carimbado em mais de 50 países.

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